Museu Pedro Ludovico

“Uma casa que virou história”
O Museu Pedro Ludovico apresenta-se na história arquitetônica de Goiânia, e principalmente, na memória de sua construção e fundação, como um grande marco da modernidade anunciada e símbolo da ruptura com o passado colonial da antiga capital. A construção em art déco foi realizada entre 1934/37, mediante a execução do projeto de Atílio Corrêa Lima, renomado arquiteto e urbanista responsável pelo projeto da nova capital do Estado de Goiás. O Museu apresenta um acervo diversificado que nos remete a vida familiar e política do fundador de Goiânia, Pedro Ludovico Teixeira e de sua esposa, Gercina Borges Teixeira. Em 1987, o então governador do Estado, Onofre Quinan, autorizou a compra da casa, que custou 17 milhões de cruzados, em três parcelas. A Lei nº 8690, de 25 de setembro de 1979, autorizou o governo a implantar o Museu Pedro Ludovico, cuja criação se deu pelo Decreto nº 2.712, de 18 de maio de 1987.
O Museu Pedro Ludovico tem como objetivo preservar, conservar, restaurar e ampliar todo o acervo, ligado à história de Goiânia. Assim, o museu visa proporcionar ao pesquisador um ambiente propício ao resgate da memória da capital de Goiás.
O acervo do museu é diversificado e representa vários estilos. Conta com 8,56 mil documentos pessoais e políticos, e 1,83 mil peças diversas do mobiliário e objetos pessoais. O acervo fotográfico é composto por 1,14 mil fotografias sobre fatos históricos de Goiânia e do Estado. A biblioteca possui 500 volumes diversos.

Importância Sociocultural
Antiga residência de Pedro Ludovico, o Museu Pedro Ludovico abriga a história de Goiânia e seu fundador. Além  de possuir  biblioteca para pesquisa e um rico acervo iconográfico, o museu é um local destinado a eventos artísticos-culturais, como lançamentos de livros, shows musicais e encenações teatrais, que visam à integração museu/comunidade.
O Museu Pedro Ludovico registra uma média de 200 freqüentadores diariamente, inclusive aos sábados e domingos.