Escola de Música – Gustav Ritter

Histórico
A unidade surgiu em 1989 com o propósito de formar músicos para a orquestra por iniciativa do maestro Joaquim Jayme. A Escola de Música também despontou em 1989. Como unidade pública de arte, logo ganhou extraordinária aceitação junto à comunidade, sobretudo pela abertura que criou na formação de músicos e na divulgação da música clássica e popular. A escola ministra aulas de iniciação musical, teoria, canto, canto coral-regência e de instrumentos de corda, sopro e percussão.
Maria Luiza Póvoa da Cruz passou a dirigir a Escola de Música e, posteriormente, o Centro Cultural Gustav Ritter até 1995. No ano seguinte, a direção do Gustav Ritter é assumida por Inah Rolin César e, interinamente, Elcivane de Oliveira dirige a Escola de Música.
A professora Dilma Yamada, pertencente à Escola de Música da Universidade Federal de Goiás, assumiu a direção do CCGR., em 1999. A direção da Escola de Música passa para a professora Maria Lígia Camilher Machado Soares.
O perfil do aluno da Escola de Música é bem-diversificado. Vai do iniciante ao profissional que deseja aprimorar seu conhecimento. Assim como na dança, são realizadas ainda atividades para crianças especiais (Síndrome de Down, autismo e portadores de deficiência física).
Atualmente, a Escola de Música conta com 40 professores e 1700 alunos, entre crianças, adolescentes e adultos (aí incluídos os da chamada terceira idade). Eles têm formação teórica e prática, nos seguintes instrumentos: piano, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta, oboé, clarinete, saxofone, trompete, trombone, trompa, , percussão, bateria, teclado e violão (erudito e popular). Há também aulas de canto, técnica vocal, canto coral, regência e improvisação. A escola atende a comunidade nos três períodos: matutino, vespertino e noturno, com planejamento anual de cada matéria.
Em função dos instrumentos, a escola oferece a formação de orquestra jovem, banda sinfônica jovem, big band jovem e conjunto de metais, sopros, saxofone, violões (duos, trios, quartetos e quintetos de cada instrumento), coral infantil, adolescente e adulto, como prática de música de câmara.
Estes grupos instrumentais apresentam-se em Goiânia, no interior do Estado e fora de Goiás, sempre que solicitados, além de atender a eventos programados semanalmente na própria escola, com visitantes.
Para ingressar na escola, são exigidos teste de aptidão (rítmico e melódico) para iniciantes e teste de nível para alunos que já tenham conhecimentos musicais. A aula de instrumento se destina a alunos que estejam cursando o 2º ano de teoria, com classificação por média. A Escola de Música têm excelente conceito no meio musical. Desde sua fundação já formou músicos de alto nível.

Importância Sociocultural
Como estabelecimento público voltado para o ensino de artes, a Escola de Música vem cumprindo relevante função social, uma vez que atende, sobretudo, os segmentos mais carentes da comunidade. Com turmas nos três turnos e com pessoas de idades diferentes, a escola oferece o ensino da música popular e erudita nos mais diversos instrumentos, como flauta, oboé, clarinete, fagote, saxofone, trompa, trompete, trombone, tuba, percussão, bateria, piano, teclado, acordeom, violão, bandolim, cavaquinho, viola caipira, violino, viola, violoncelo e contrabaixo. A escola também oferece cursos de canto coral, regência e preparação para vestibular na área de música. Com apresentações em Goiás e em outros Estados, a unidade conta com 40 professores e 1,7 mil alunos.
A escola também organiza orquestras, bandas sinfônicas e de jazz, e outros conjuntos instrumentais, além de corais. Ajuda ainda a difundir a música popular e erudita por meio de apresentações realizadas em Goiânia, no interior de Goiás e em outros Estados.

Responsável
Marta Cardoso é responsável pela Escola de Música desde 2004. Ela é graduada em Letras pela Universidade Católica de Goiás (UCG). Foi aluna da Escola de  Musica e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (UFG), com a professora Marília Álvares. Participou de vários festivais de música, de 1997 a 1999, entre eles o de Itu (SP), como aluna dos maestros Eleazar de Carvalho e Emílio de César. Atualmente é aluna de canto da professora Bartira Bilego. Como docente, atuou em diversas escolas de Goiânia e, desde 1995, é professora do Centro Cultural Gustav Ritter, onde exerceu as funções de regente assistente dos coros Selecionado e Sinfônico, professora de teoria musical e professora deste departamento por quatro anos, e ainda, professora de canto lírico e popular.