Biblioteca Estadual Pio Vargas

Histórico
Um dos espaços mais freqüentados da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico (Agepel) é a Biblioteca Estadual Pio Vargas, situada na Praça Cívica. Ela foi criada pela Lei n.º 6623, de 28 de junho de 1967. Durante o período de 1976 a outubro de 1985, ficou instalada na Av. Goiás, nº 346, 1º e 2º andares. De outubro de 1985 a 1989, funcionou na sobreloja do Edifício Parthenon Center, numa área de 1700 m2. Foi instalada definitivamente, onde funciona até hoje, no Centro Cultural Marieta Telles, em 1989.
O acervo inicial da Biblioteca Pio Vargas foi formado por obras da extinta Biblioteca Pública, órgão do Departamento Estadual de Cultura. O acervo era constituído de 2.800 livros.
A partir de 22 de abril de 1991, a Biblioteca Pública Estadual de Goiás passou a ser conhecida de Biblioteca Estadual Escritor Pio Vargas.
Nas 82 estantes do salão estão distribuídos cerca de 70 mil títulos entre eles, 160 mapas, 28 atlas, revistas e jornais que compõem a seção especial. No acervo podem ser encontrados revistas, jornais diversos, coleções especiais e dicionários, entre outros.

Importância Sociocultural
A biblioteca funciona como centro de informação e cultura. Oferece seu acervo e serviços bibliográficos, contribuindo assim para a formação do hábito de leitura na comunidade. A biblioteca vai às escolas dos municípios do Estado, asilos e creches levando livros, com o intuito de dar oportunidade às pessoas que não têm acesso à leitura.
O usuário tem acesso a todo o acervo disponível, mas o empréstimo está restrito às áreas de literatura, filosofia, política, sociologia, psicologia, religião, biografia e música.
Para se beneficiar desses serviços, o usuário deve levar à seção de empréstimo comprovante de endereço e identidade para fazer o cadastro, o que dá direito de retirar três livros de cada vez. O leitor tem sete dias para devolver o livro, sob pena de pagar multa no valor de R$ 0,50 por dia e por livro.
A Biblioteca Estadual Pio Vargas possui o projeto Biblioteca Ambulante, criado em maio de 1998, que consiste em levar a escolas da periferia, asilos e creches, cerca de 200 livros infantis com o objetivo de dar oportunidade às pessoas que não têm acesso à leitura.
Outra iniciativa da biblioteca é o programa Biblioteca no Interior e na Capital, que tem por objetivo doar livros para as escolas públicas mais carentes para formar sua biblioteca. Além disso, há treinamento gratuito de funcionário para bibliotecas.

Responsável
Maria Socorro Abreu de Lima é responsável pela biblioteca. Nascida em São Félix do Araguaia (MT), ela é formada em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Goiás (UFG, 1996). Possui cursos de Técnicas de Arquivo e Protocolo (Escola Zilma Carneiro, Goiânia, 2000), Módulo em Preservação de Acervos Bibliográficos (Fundação Biblioteca Nacional, Rio, 2000) e Reciclagem Artesanal de Papel (ministrado por Helena Oliveira, Pirenópolis, 2001). Participou de vários encontros e seminários sobre biblioteconomia, em Goiânia e outras cidades.